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Sexta, 02 Outubro 2015 22:14

LED rompendo barreiras

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Um novo momento vem se desenhando para o mercado de LED no Brasil, impulsionado pelo maior entendimento das vantagens em detrimento do preço.

Por Gilberto Grosso

Se até o momento o grande senão das lâmpadas de LED é o preço, tendo a dizer – e tenho me certificado disso cada vez mais – que não demorará muito e esta questão estará superada. Alguns acontecimentos importantes me levam a acreditar no que estou afirmando. Um em especial: a crise de energia acendeu a luz de LED no Brasil. A partir dessa demanda compulsória, as pessoas precisaram parar, de verdade, e fazer as contas. Quando o impacto está apenas e tão somente na seara dos números, no “ah, é melhor, mas é mais caro”, realmente fica difícil mudar. Mas, na hora do aperto, tudo muda de figura. Ao mesmo tempo, com a mídia divulgando LED para os quatro cantos por conta da questão energética, virou status ter LED em casa. E esse sentimento cresceu muito rápido. Até nas escolas os professores já estão falando em LED para crianças.
 
Obviamente que outros fatores também vêm contribuindo para esta nova realidade do LED por aqui, como o fim da comercialização das lâmpadas incandescentes. A substituição deste tipo de lâmpada está sendo feita de forma gradativa e acabará em 2017. As de 60W, as mais usadas, já não podem mais ser fabricadas ou importadas e, desde junho, têm sua venda proibida no país. O certo é que o tempo que se levou desde que o LED chegou - quase no anonimato - ao mercado brasileiro, no início dos anos 2000, para conhecê-lo, entendê-lo e aceitá-lo, será infinitamente menor daqui para frente. É preciso estar preparado. Especialistas estimam que, em 2017, pelo menos 50% do mercado brasileiro de iluminação seja dominado pelos produtos de LED.
 
O alto custo sozinho não tem mesmo como se sustentar quando comparado com tantas vantagens e benefícios. E este movimento está muito latente agora. Mais econômicas e com um tempo de vida bem mais longo, as lâmpadas de LED estão transformando o mercado mundial e estimulando o surgimento de uma nova indústria de iluminação no Brasil. Estão, ainda, revolucionando a forma como usamos a luz, permitindo fontes de iluminação controláveis, ajustáveis, inteligentes e comunicativas. E, para acelerar a demanda, existe uma grande aposta nos desdobramentos das políticas de eficiência energética que preveem a modernização da iluminação pública.
 
Troca que vale a pena
Lembram-se sobre parar e fazer as contas? Depois de perceber que há uma redução real nos custos energéticos, as pessoas começaram a mudar para as lâmpadas de LED. Mesmo com o investimento inicial bastante alto, os benefícios no seu uso fazem a troca valer a pena. São muito mais eficientes do que as comuns, pois produzem a mesma quantidade de luz (ou lúmem), utilizando bem menos energia. Além disso, a geração de calor durante esse processo é bem menor do que as lâmpadas tradicionais, o que ajuda na economia energética: enquanto uma incandescente gasta certa de 60W para produzir uma determinada quantia de lúmem, uma lâmpada de LED precisa de apenas 9W. Outra grande vantagem é que elas são muito mais resistentes do que as incandescentes e fluorescentes.
 
Por essas e por outras, por toda essa movimentação que vem acontecendo – e de maneira mais intensa – o segmento precisa se preparar para a crescente demanda dos próximos tempos. Vejo que este mercado está entrando em uma nova etapa, a de garantir o abastecimento para o que está por vir. Existem no mercado muitos produtos de LED, mas já começam a faltar os básicos que substituem as lâmpadas incandescentes...

FONTE: SEGS
http://www.segs.com.br/info-e-ti/61417-led-rompendo-barreiras.html
Quinta, 01 Outubro 2015 02:50

O que é Eficiência Energética

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A eficiência energética consiste em obter o melhor desempenho na produção de um serviço com o menor gasto de energia. Como exemplo de ação, está a modernização de equipamentos e processos no sentido de reduzirem seu consumo. Os programas voltados para o consumo consciente também contribuem para a economia.
 
Boa parte da energia é empregada nos produtos que usamos, especialmente os feitos de materiais como papel, alumínio, vidro e aço. Portanto, ações de reuso e reciclagem também economizam energia. Da mesma forma, a energia é utilizada no bombeamento da água, que, se poupada, diminui o consumo energético.

Para incentivar a eliminação de desperdícios, assim como reduzir os custos e os investimentos setoriais, foi criado em 1985 o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). 

Dentro desta iniciativa do governo federal, foi elaborado o Selo Procel, que orienta o consumidor na compra de produtos, sinalizando aqueles com melhores níveis de eficiência energética. Também estimula o desenvolvimento tecnológico de produtos mais eficientes e, como consequência, a preservação ambiental.

Os contratos de concessão firmados pelas empresas concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica com a ANEEL estabelecem obrigações e encargos perante o poder concedente. Uma dessas obrigações consiste em aplicar anualmente o montante de, no mínimo, 0,5% de sua receita operacional líquida em ações que tenham por objetivo o combate ao desperdício de energia elétrica, o que consiste no Programa de Eficiência Energética das Empresas de Distribuição - PEE.

As diretrizes para elaboração dos Programas são aquelas definidas na Lei nº 9.991, de 24 de julho de 2000, bem como aquelas contidas nas resoluções da ANEEL específicas para eficiência energética.

FONTE: CELPE

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, confirmou nesta quarta-feira (09), durante reunião com a bancada capixaba, coordenada pela senadora Rose de Freitas (PMDB), que vai ao Estado do Espírito Santo para lançar o Programa de Energia Fotovoltaica (energia solar) do governo Federal, considerado um dos projetos de maior impacto na área de energia renovável no país.

“Assumimos um compromisso com a bancada coordenada pela senadora (Rose de Freitas) de fazermos um lançamento no Estado do Espírito Santo”, afirmou o ministro. A data do evento será agendada pelo ministério.

Na reunião, o ministro adiantou que as Medidas Provisórias em tramitação no Congresso Nacional tornarão o setor ainda mais atrativo a empreendedores e investidores.

“Nós já desoneramos através do convênio do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) a geração de energia solar de tributos estaduais. Vários Estados já se filiaram a esse convênio e, agora, nas Medidas Provisórias, estamos também desonerando de PIS (Programa de Integração Social) e Confins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) a geração de energia solar”, explicou.

As energias renováveis são alimentadas pelo Sol (fotovoltaica), água (hidrelétrica) e vento (eólica). De acordo com o ministério, o Brasil é hoje o quarto maior produtor de energia eólica no mundo.

“Nós seremos nos próximos anos um dos mais importantes produtores de energia eólica do Planeta. Ao mesmo tempo, temos uma vocação natural para a energia solar. A geração distribuída, por exemplo, é a nossa energia solar podendo chegar na residência das pessoas, mas também nas indústrias, nos shopping centers, nos hospitais, prédios públicos e escolas públicas, fazendo, portanto, da energia solar um dos principais programas e produtos do setor elétrico”, destacou o ministro.

Pendência – Durante o encontro, a bancada também cobrou do ministro resposta a um comunicado da Superintendência do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) no Estado que revela déficit de R$ 364 mil até junho deste ano. Segundo a nota, a inadimplência teve impacto no pagamento de contratos.  Falta regularizar o pagamento de serviços de segurança, limpeza, energia elétrica e água. “Levamos a reivindicação e o ministro nos disse que aguarda por recursos para repassar ao DNPM. Estamos acompanhando essa situação”, explicou a senadora Rose de Freitas.

Participaram da reunião a senadora Rose de Freitas, os deputados Evair de Melo (PV), Sérgio Vidigal (PDT), Lelo Coimbra (PMDB) e um representante do deputado Paulo Foletto (PSB).

 

FONTE: Folha Vitória

O que aconteceria se os telhados de todas as casas e prédios do Brasil recebessem painéis solares? Para mostrar a revolução que isso causaria na forma que a energia é produzida e transmitida no país, oGreenpeace disponibilizou alguns dados.

Se tivéssemos, por exemplo, um milhão de tetos solares no país, o que representa apenas 1,5% de todos os domicílios brasileiros, poderíamos desligar duas termelétricas movidas à óleo e a à carvão, as de Piratininga, em São Paulo, e Candiota, no Rio Grande do Sul. Indo além e solarizando 10% dos domicílios, seria possível nos livrar também de duas nucleares, as usinas Angra 1 e 2.

Já imaginou como a transição energética transformaria o Brasil em um país mais limpo e renovável? Para alertar a população sobre nosso potencial solar, o Greenpeace lançou nesta quinta-feira (27) a plataforma Solariza, um jogo que permite visualizar todos os telhados brasileiros, simular a instalação de placas fotovoltaicas em cada um deles e calcular o potencial do país para a geração de energia solar.

O jogo funciona assim: o usuário escolhe um telhado em qualquer cidade do país e faz a marcação dele. Assim, é possível calcular qual é o potencial que a residência tem para a geração de energia e saber quanto dinheiro ele pode economizar utilizando energia solar.

O jogador que acumular mais pontos solarizando telhados receberá dois prêmios: a solarização de sua residência real e a oportunidade de participar da instalação solar de uma entidade beneficente.

Além de alertar a população, a iniciativa pretende mostrar ao poder público quão grande é o potencial dos telhados brasileiros. “Essas informações são essenciais para que os brasileiros e o governo entendam que os telhados, geralmente as áreas menos inutilizadas de nossas casas, podem ter um papel essencial na melhora da sua qualidade de vida. Mas, para que isso aconteça, o Governo Federal precisa conceder incentivos fiscais, como a diminuição do ICMS – para baratear o custo – e o uso do FGTS para bancar a instalação”, diz Bárbara Rubim, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.

Acesse o jogo: http://solariza.org.br/

Redução de juros para financiamento de sistemas de geração de energia fotovoltaica e eólica de pequeno porte e queda no preço dos equipamentos utilizados nesses sistemas são os objetivos do Projeto de Lei do Senado (PLS) 475/2013, aprovado nesta quarta-feira (19), pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI).

O texto determina que fique isento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) o financiamento de equipamentos para geração de energia elétrica de capacidade reduzida que utilizem energia do sol e dos ventos. Também isenta esses equipamentos, suas peças e componentes do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Importação (II).

Apresentado pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA), o projeto contou com voto favorável do relator, senador Elmano Férrer (PTB-PI). Para ser convertido em lei, o texto ainda precisa passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e também ser aprovada pela Câmara dos Deputados.

Para estimular a expansão do uso da energia solar e eólica, Lídice sugere ainda que o governo estipule taxas de juros favorecidas e prevê que o Tesouro Nacional cobrirá a diferença quando a taxa cobrada pelo mercado financeiro for mais alta. Em situação inversa, quando os juros pagos forem acima dos praticados pelo mercado financeiro, os bancos recolherão a diferença aos cofres do governo.

De acordo com o projeto, os critérios, limites e normas para a subvenção deverão ser estabelecidos pelo Ministério da Fazenda.

Para Elmano Férrer, o Brasil deve ampliar a política de estímulos ao uso de fontes alternativas de energia, a exemplo de países como Alemanha e Espanha. Só com incentivos como os previstos no PLS 475/2013, disse, será possível a expansão do uso de sistemas de geração de energia solar e eólica em residências e pequenos comércios.

Para o relator, é urgente incentivar a geração de energia de capacidade reduzida, que foi preterida pela política de grandes projetos no setor elétrico.

— Quando nos voltamos para os grandes projetos de hidrelétricas neste país, muitas vezes nos esquecemos das pequenas propriedades, não só do que diz respeito à água, mas, sobretudo, à energia. O projeto repara erros do passado e estimula os pequenos negócios — opinou Ferrer.

Manifestando apoio à proposta, o senador Hélio José (PSD-DF) lembrou que foi criado na Comissão de Infraestrutura um grupo de trabalho para unificar projetos de lei que tratam de incentivos ao uso de energia solar e eólica.

Conforme informou o presidente da CI, Garibaldi Alves (PMDB-RN), o PLS 475/2013 poderá ser considerado no âmbito desse grupo de trabalho, que se reunirá com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, visando à construção de um marco legal para todas as iniciativas de utilização de fontes alternativas de energia.

 

FONTE: Agência Senado

Em função da crise hídrica, o Brasil tem contratado 40 TWh de energia térmica fóssil por ano. Essa contratação, que equivale a 7% da demanda nacional (600 TWh/ano, segundo o último Balanço Energético Nacional – BEM), gera um custo médio de R$ 34 bilhões anuais só de incentivos financeiros e mancha a reputação de nossa matriz elétrica, que até então era uma das mais limpas do mundo.

Um estudo inédito do WWF-Brasil mostra que, com um programa robusto de transição acelerada das fontes fósseis para a solar fotovoltaica, é possível em cinco anos suprir esses 40 TW h ano de energia fóssil por geração de energia solar distribuída. E isso usando os mesmos incentivos financeiros que vêm sendo aplicados em termelétricas nos últimos anos.

A publicação Mecanismos de suporte para inserção da energia solar fotovoltaica na matriz elétrica brasileira: modelos e sugestão para uma transição acelerada foi lançada ontem, dia 28 de setembro, durante o 3º Seminário dos Diálogos Energéticos, no São Paulo Center.

Pela proposta econômica desenvolvida no estudo, a fonte solar fotovoltaica será oito vezes mais barata que a térmica fóssil, o que, ao final de cinco anos, irá gerar uma economia para a sociedade brasileira de quase R$ 150 bilhões e aumentará a participação da energia solar na matriz nacional em 7% (hoje é de 0,01%). “Alguns dos mecanismos que defendemos para essa transição acelerada são a manutenção de leilões específicos para a fonte e a promoção da geração distribuída solar”, explica André Nahur, coordenador do Programa de Mudanças Climáticas & Energia do WWF-Brasil.

Segundo o documento, se o mercado conseguir aplicar juros de até 6% ao ano, a geração distribuída terá um crescimento exponencial, visto que o custo da energia aumentou bastante em 2015 e não há previsão de redução para os próximos anos. Assim, em uma residência, por exemplo, se o proprietário quiser produzir sua própria energia, o custo do financiamento do sistema pode ser o mesmo do que seria pago na fatura de energia convencional. E ainda, caso produza além de sua necessidade, pode injetar a energia excedente na rede da distribuidora e ter desconto em sua fatura. Na prática ocorreria o seguinte: durante o dia, quando a casa não demanda tanta energia, a produção praticamente é toda destinada à distribuidora, e à noite, os moradores consomem a energia da concessionária. Isso já é realidade e, em muitos estados, já há resoluções sobre desoneração de impostos, como o ICMS, para incentivar esse tipo de negociação.

A energia distribuída é vantajosa pois é produzida no ponto de consumo, o que evita perdas em linhas de transmissão e dá certa autonomia energética à edificação. Ela pode ser disseminada nos telhados do Brasil, bem como ser usada no meio rural. Atualmente para que este setor se desenvolva e fomente uma cadeia produtiva nacional é preciso resolver os entraves tributários, que são as principais barreiras para o desenvolvimento do setor.

“Propomos uma ação continuada de cinco anos, com investimentos do Estado na mesma ordem do que já vem sendo aplicado para a contratação das termelétricas incrementais. Trata-se de uma sugestão de política pública, com redução de incentivos de forma gradativa para que a sociedade tenha energia limpa e duradoura a partir do sol”, completa Nahur.

O estudo apresenta ainda os principais modelos de suporte para a inserção da fonte fotovoltaica no mundo.  No caso do Brasil, destaca o importante papel dos leilões na contratação desse tipo de energia e aponta a expectativa que se tem com a geração distribuída. “Nós temos potencial de ter uma matriz quase 100% renovável, para isso precisamos começar a investir de maneira eficiente em fontes diversas e limpas, como solar, eólica e biomassa, o que nos manteria na vanguarda da geração de energia renovável de forma inclusiva, limpa e com benefícios para a economia do país”, finaliza o coordenador do WWF-Brasil.

 

FONTE: WWF-Brasil

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inaugura nesta terça-feira (18) um estacionamento com painéis solares que se tornará o maior do país em geração de energia. O estacionamento fica no campus da Ilha do Fundão, tem espaço de 651,64 metros quadrados, com capacidade para 65 carros, e seus 414 painéis solares fotovoltaicos são capazes de gerar 140 mil kWh por ano. O investimento do projeto é de R$ 1,6 milhão.

Essa energia é suficiente para abastecer até 70 residências com consumo médio de 167 KWh por mês, informou o Fundo Verde da UFRJ, iniciativa que financia projetos de desenvolvimento sustentável na Cidade Universitária. O programa de energia do Fundo Verde usa os recursos do ICMS que é cobrado na conta de luz da universidade para implantar projetos sustentáveis no campus da Cidade Universitária.

A energia gerada pelos painéis instalados no estacionamento alimentará a rede da Light que, distribuirá a energia por todo o campus.

Suzana Kahn, coordenadora executiva do Fundo Verde, e vice-presidente do grupo de Mitigação do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC), da ONU, explicou que países tropicais têm um grande potencial para projetos desse tipo:

“Por conta de nosso enorme potencial hidrelétrico, tínhamos uma posição confortável em termos de energia renovável. Só que esse potencial não é mais suficiente para o atendimento da demanda de energia elétrica no Brasil. Tanto hidrelétricas quanto termoelétricas exercem forte impacto no meio ambiente e enfrentam muitas limitações, como regiões com grande biodiversidade, e a necessidade de um amplo sistema de transmissão para grandes centros. A energia eólica e a solar são as novas fronteiras de fontes renováveis. Com as iniciativas do Fundo Verde, pretendemos demonstrar a viabilidade e eficácia do uso da energia solar”, disse.

Outra vantagem dos painéis é que cerca de 70 toneladas de dióxido de carbono (CO2) deixarão de ser emitidas por ano na atmosfera, ajudando na redução do aquecimento global.

“Fora do país, o uso de energia solar fotovoltaica já é uma realidade, principalmente na Europa, China e nos Estados Unidos. Por aqui, ainda é uma alternativa incipiente, mas que tem muito potencial por ser um país tropical. Esperamos que esse projeto do estacionamento, e depois o que será implementado no telhado do Hospital Pediátrico, tornem a Cidade Universitária o campus com maior uso de energia solar no Brasil, e ajude a propagar essa iniciativa para outras regiões”, ressalta ela.

Para Suzana, é possível ter desenvolvimento sem agressão ao meio ambiente por meio de ações sustentáveis e de inovação ao fazer bom uso dos impostos para medidas eficazes. Ela afirma que o estacionamento solar é um dos projetos desenvolvidos pelo Fundo Verde que podem contribuir para que outras cidades passem a debater novas práticas de sustentabilidade.

“As cidades brasileiras têm grandes espaços que poderiam ser cobertos com painéis para gerar energia. Estacionamentos são um bom exemplo, pois podem gerar energia ao mesmo tempo que fornecem sombra aos veículos estacionados”, disse.

O Fundo Verde de Desenvolvimento e Energia para a Cidade Universitária da UFRJ tem como objetivo transformar o campus da Ilha do Fundão em um polo de projetos de desenvolvimento sustentável, para melhorar a mobilidade urbana e tornar mais eficiente o uso de recursos de energia e água. O orçamento destinado ao Fundo Verde é gerenciado pela Fundação Coordenação de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnológicos da UFRJ, e é oriundo da isenção do imposto ICMS cobrado na conta de luz do campus da Cidade Universitária.

 

FONTE: G1